ALEMANHA – R. CHECA

23 06 2004

Grupo D – 3ª Jornada

AlemanhaR. Checa1-2

A R. Checa, já apurada (e vencedora do Grupo), apresentou a sua “segunda equipa”, com 9 alterações face ao jogo anterior (deixando no banco, entre outros, Cech, Grygera, Poborsky, Rosicky, Nedved, Baros e Koller).

Ainda assim, seriam os primeiros a criar perigo, com oportunidade para marcar logo nos primeiros 5 minutos.

A Alemanha apenas começaria a reagir por volta do quarto de hora, “ameaçando” o golo aos 19 minutos, o que concretizaria no minuto seguinte, por intermédio do seu melhor jogador, Ballack.

Mas, nem assim, a R. Checa “desistiria do jogo”, vindo a alcançar o empate aos 29 minutos, na marcação de um livre: um “grande golo”, sem possibilidades para Khan; a Alemanha passava a estar “virtualmente eliminada”, dado que a Holanda marcara 3 minutos antes.

Até final do primeiro tempo, o jogo continuaria repartido, mesmo com um ligeiro predomínio checo, não obstante os últimos minutos de pressão alemã.

Na segunda parte, a R. Checa estaria “ausente do jogo” durante cerca de meia hora; no primeiro quarto de hora, um jogo muito incaracterístico, de parte a parte; até chegou a dar a ideia de que o jogo “já não contava para nada”…

Não obstante, a partir dos 60 minutos, a Alemanha começou finalmente a instalar-se no meio-campo checo, com Ballack a ter um primeiro remate perigoso, aos 63 minutos. No minuto seguinte, os alemães reclamariam um penalty (inexistente) sobre Kuranyi.

E, aos 65 minutos, a Alemanha teria a grande oportunidade de marcar (eventualmente de ganhar o jogo…), quando a bola embateu com estrondo na base do poste, saíndo a recarga na direcção do guarda-redes Blasek, que desviaria a bola a soco.

Ballack tentava “remar contra a maré”, “carregando” a equipa, transportando-a para a frente, perante uma estranha apatia da R. Checa.

A Alemanha insistia e teria, aos 68 e 70 minutos, novas jogadas de algum perigo, a que se somariam, no minuto 72, mais duas flagrantes ocasiões. Adivinhava-se o golo da Alemanha, que parecia “correr o risco” de ganhar o jogo… aproveitando a falta de dinâmica dos checos.

Seriam as entradas de Poborsky e Baros (apenas a partir do último quarto de hora) que viriam “despertar” e “espevitar” a equipa. Ainda assim, os alemães reclamariam novo penalty, aos 75 minutos, por alegada mão do defesa checo (mais uma vez inexistente).

E, após 15 minutos de intenso domínio alemão, num rápido contra-ataque, os checos chegavam ao 2-1.

Um pouco incrivelmente – já de “cabeça perdida” – os alemães iriam reclamar, pela terceira vez (!) um penalty a seu favor, aos 80 minutos.

Já não restava qualquer discernimento à Alemanha; o jogo “terminava” aí para os alemães.

O actual vice-Campeão Mundial – mas, actualmente, em fase de renovação, uma equipa com “pouca classe” – tornava-se no quarto país já Campeão Europeu a ser eliminado da competição (depois da Rússia, Espanha e Itália).

Uma prova muito pobre, em que não conseguiria nenhuma vitória (ainda assim, melhor que a prestação do EURO 2000, em que apenas haviam alcançado um empate); ou seja, nos últimos dois Europeus, 6 jogos, sem conseguir qualquer vitória e, naturalmente, duas eliminações logo na primeira fase!

A R. Checa – apesar de jogar sem a “equipa principal” – e não obstante um período de meia hora em que se “eclipsou” do jogo, e começando, mais uma vez, a perder o encontro, acabaria por ganhá-lo com alguma naturalidade.

Três jogos, três vitórias; três encontros em que, entrando a perder, teve a capacidade para “dar a volta ao resultado”; perfila-se um candidato! A partir de agora, em jogos a eliminar, aumenta a contingência e a incerteza, mas prevêem-se grandes jogos, para já, nos 1/4 final, com a Dinamarca e, possivelmente, nas 1/2 finais, com a França…

Alemanha Oliver Kahn, Arne Friedrich, Christian Woerns, Jens Nowotny, Philipp Lahm, Bernd Schneider, Bastian Schweinsteiger (85m – Jens Jeremies), Dietmar Hamann (79m – Miroslav Klose), Michael Ballack, Torsten Frings (45m – Lukas Podolski), Kevin Kuranyi

R. Checa Jaromir Blazek, Marek Heinz, Rene Bolf, Tomas Galasek (45m – Tomas Hübschman), David Rozehnal, Martin Jiranek, Pavel Mares, Jaroslav Plasil (70m – Karel Poborsky), Roman Tyce, Stepan Vachousek, Vratislav Lokvenc (59m – Milan Baros)

1-0 – Ballack – 20m
1-1 – Heinz – 29m
1-2 – Baros – 76m

“Melhor em campo” – Marek Heinz (R. Checa)

Amarelos – Jens Nowotny (38m), Philipp Lahm (74m) e Christian Wörns (83m); Roman Tyce (48m)

Árbitro – Terje Hauge (Noruega)

Estádio José Alvalade (Alvalade XXI) – Lisboa (19h45)





HOLANDA – LETÓNIA

23 06 2004

Grupo D – 3ª Jornada

HolandaLetónia3-0

Início de encontro bastante dinâmico, com oportunidades para ambas as equipas, logo nos 5 primeiros minutos.

Mas, logo de seguida, seria a Holanda a levar, de forma mais sistemática, o perigo até à baliza letã, como num livre de Seedorf aos 24 minutos (um “aviso”).

E, no minuto seguinte, seria a Davids a “arrancar” um penalty (mal assinalado…), que van Nistelrooy não perdoou, inaugurando o marcador.

A Holanda continuaria a “fazer o seu jogo”, perante uma Letónia algo fragilizada e, naturalmente, poucos minutos depois, chegava aos 2-0, corolário do seu domínio, com algumas outras oportunidades entretanto desperdiçadas.

O pendor ofensivo holandês prosseguiria ainda até final da primeira parte.

Ao contrário, no segundo tempo, o jogo “adormeceu”. A Letónia procuraria ainda, durante cerca de 5 minutos, despertar da letargia, mas seria “sol de pouca dura”.

A “modorra” em que o jogo caíra apenas seria quebrada aos 83 minutos, quando a Holanda elevou o resultado para 3-0. Os holandeses teriam ainda mais uma ou outra oportunidade, mas a verdade é que o jogo já “estava feito” há muito tempo.

Era altura de festejar o apuramento (após um breve período de “ouvidos à escuta” das notícias que chegavam de Alvalade, esperando pelo termo do Alemanha – R. Checa).

Em Braga, os festejos da noite de S. João coloriam-se de laranja…

Holanda Edwin van der Sar, Jaap Stam, Michael Reiziger, Giovanni van Bronckhorst, Frank De Boer, Clarence Seedorf, Edgar Davids (77m – Wesley Sneijder), Philip Cocu, Andy van der Meyde (64m – Marc Overmars), Arjen Robben, Ruud van Nistelrooy (70m – Roy Makaay)

Letónia Aleksandrs Kolinko, Igors Stepanovs, Mihails Zemlinskis, Olegs Blagonadezdins, Aleksandrs Isakovs, Valentins Lobanovs, Vitalijs Astafjevs, Imants Bleidelis (83m – Andrejs Stolcers), Andrejs Rubins, Andrejs Prohorenkovs (74m – Juris Laizans), Maris Verpakovskis (63m – Marians Pahars)

1-0 – Ruud van Nistelrooy – 26m (P)
2-0 – Ruud van Nistelrooy – 34m
3-0 – Roy Makaay – 83m

“Melhor em campo” – Ruud van Nistelrooy (Holanda)

Amarelo – Valentins Lobanovs (53m)

Árbitro – Kim Milton Nielsen (Dinamarca)

Estádio Municipal de Braga – Braga (19h45)





HOLANDA – R. CHECA

19 06 2004

Grupo D – 2ª Jornada

HolandaR. Checa2-3

Entrada mais dinâmica da R. Checa, com duas jogadas de ataque nos primeiros dois minutos… mas, aos 3 minutos, na primeira descida holandesa, na sequência de um livre, surgiu isolado a cabecear na área o central Bouma, inaugurando o marcador.

Embalada com o golo, a Holanda passou a controlar um jogo que começou bastante “vivo” de parte a parte.

E, aos 18 minutos, dois erros de arbitragem consecutivos: primeiro, um penalty a favor da Holanda por sancionar (um “encosto” na área, a desviar o avançado holandês da bola) e, logo de seguida, um fora-de-jogo não assinalado, de que beneficiaria Ruud van Nistelrooy para, na sequência da jogada, e com toda a facilidade, empurrar a bola para a baliza, fazendo aumentar o placard.

A R. Checa não desarmou e, apenas 5 minutos depois, num rápido contra-ataque, após várias simulações de Baros já dentro da área, Koller conseguiria introduzir a bola na baliza holandesa e reduzir para 1-2.

Aos 29 minutos, o árbitro espanhol voltou a perdoar uma grande penalidade contra a R. Checa, com Nistelrooy a ser compulsivamente agarrado dentro da área.

E o jogo continuaria bastante repartido entre os dois meios-campos, rondando o perigo ambas as balizas, até final da primeira parte, numa partida bastante intensa; o primeiro tempo terminaria com a Holanda a rematar ao poste e o árbitro a errar, novamente em prejuízo dos holandeses, interrompendo uma jogada de perigo, assinalando um fora-de-jogo inexistente.

Na segunda parte, não obstante uma ligeira redução de ritmo, o jogo manteve o seu interesse, com ambas as equipas a jogar o “jogo pelo jogo”.

Aos 63 minutos, van der Sar negaria o golo do empate à R. Checa, com uma boa defesa… mas por pouco tempo, porque aos 70 minutos, Baros “enchia o pé2 e com um remate estrondoso, colocava a bola no fundo da baliza da Holanda… que, na jogada seguinte, poderia ter alcançado nova vantagem!

O curso dos acontecimentos seria afectado aos 75 minutos com a expulsão de Heitinga; no minuto seguinte, numa só jogada, a R. Checa teria duas ocasiões soberanas para desempatar o jogo a seu favor, o que – mais uma vez – seria negado por van der Sar.

Os últimos minutos seriam naturalmente caracterizados por algum predomínio checo, com a Holanda a procurar preservar, pelo menos, o empate.

Aos 85 minutos, Nedved, do “meio da rua”, faria um remate portentoso, que embateria estrondosamente na trave da baliza; mas 3 minutos depois, quase em cima do termo do tempo regulamentar, Smicer conseguiria o golo que faria da R. Checa a única selecção a conseguir duas vitórias nos dois primeiros jogos, tornando-a também no único país já apurado para os ¼ final, garantindo a vitória no grupo.

Haveria ainda tempo para a Holanda desperdiçar o golo do empate, que, em minha opinião, colocaria mais justiça num excelente jogo de futebol – até agora, o melhor da prova –, magnificamente disputado por ambas as equipas, sendo de realçar não obstante que a R. Checa teve o mérito, mesmo a perder por 2-0, de nunca desistir do jogo.

Holanda Edwin van der Sar, Johnny Heitinga, Jaap Stam, Wilfred Bouma, Giovanni van Bronckhorst, Clarence Seedorf (85m – Rafael van der Vaart), Philip Cocu, Edgar Davids, Andy van der Meyde (79m – Michael Reiziger), Arjen Robben (58m – Paul Bosvelt), Ruud van Nistelrooy

R. Checa Petr Cech, Zdenek Grygera (24m – Vladimir Smicer), Tomas Ujfalusi, Martin Jiranek, Marek Jankulovski, Tomas Galasek (62m – Marek Heinz), Karel Poborsky, Tomas Rosicky, Pavel Nedved, Milan Baros, Jan Koller (74 – David Rozehnal)

1-0 – Bouma – 3m
2-0 – Ruud van Nistelrooy – 18m
2-1 – Koller – 23m
2-2 – Baros – 70m
2-3 – Smicer – 88m

“Melhor em campo” – Pavel Nedved (R. Checa)

Amarelos – Seedorf (9m) e Heitinga (25m); Galasek (54m)

Vermelho – Heitinga (75m – acumulação de amarelos)

Árbitro – Manuel Mejuto González (Espanha)

Estádio Municipal de Aveiro (19h45)





LETÓNIA – ALEMANHA

19 06 2004

Grupo D – 2ª Jornada

LetóniaAlemanha0-0

Talvez de forma algo surpreendente, a Letónia entrou na partida disposta a “jogar o jogo”, não se remetendo a uma defesa sistemática.

A Alemanha procurou impor desde cedo a sua força, evidenciando uma maior toada ofensiva, mas revelando sempre bastantes dificuldades em provocar situações de perigo para a baliza da Letónia.

A partir da meia hora, essa pressão alemã intensificou-se, parecendo os letões começar a denotar menor frescura física, reduzindo as suas jogadas ofensivas.

Porém, aos 39 minutos, Verpakovskis, o herói da qualificação letã para o Europeu, isolou-se, aproximou-se da área, mas, depois de uma longa corrida, o remate (já algo em desequilíbrio) seria sustido por Kahn, na que constituía então a maior oportunidade para a “surpresa”.

O pendor ofensivo alemão manteve-se no início da segunda parte, com os laterais a arriscarem mais e as jogadas de perigo começaram a suceder-se: aos 52, 55, 58, 64 e 66 minutos, a Alemanha ia-se sucessivamente aproximando do golo, na última das vezes com Bobic a chegar uma fracção de segundo atrasado ao que seria o desvio imparável da bola para dentro das redes da Letónia, já em plena pequena área.

No entretanto, duas tentativas de contra-ataque da Letónia, embora sem grande perigo; a Letónia apenas viria a ter nova oportunidade na sequência de um remate de cabeça, já em cima dos 90 minutos.

Mas a Letónia ia, pelo menos, conseguindo manter o nulo, à medida que se ia percebendo que as substituições realizadas pela equipa alemã não estavam a resultar, uma vez que as acções atacantes passavam a ter um carácter mais previsível, com notória falta de imaginação, facilitando a tarefa defensiva dos letões. Apenas aos 91 minutos, num remate de cabeça de Klose, a Alemanha voltaria a “ameaçar” chegar ao golo.

No final, um resultado histórico para a Letónia, apesar do esmagador domínio em termos de “posse de bola” (2/3 para os alemães), mas sem qualquer efeito prático… deixando também a Alemanha “a fazer contas de cabeça”. (terá provavelmente de vencer o último jogo, frente à R. Checa).

Letónia Aleksandrs Kolinko, Aleksandrs Isakovs, Mihails Zemlinskis, Igor Stepanovs, Olegs Blagonadezdins, Imants Bleidelis, Valentins Lobanovs (69m – Juris Laizans), Vitalijs Astafjevs, Andrejs Rubins, Andrejs Prohorenkovs (67m – Marians Pahars), Maris Verpakovskis (92m – Dzintars Zirnis)

Alemanha Oliver Kahn, Arne Friedrich, Christian Worns, Frank Baumann, Philipp Lahm, Bernd Schneider (45m – Bastian Schweinsteiger), Dietmar Hamann, Michael Ballack, Torsten Frings, Fredi Bobic (67m – Miroslav Klose), Kevin Kuranyi (77m – Thomas Brdaric)

“Melhor em campo” – Michael Ballack (Alemanha)

Amarelos – Isakovs (1m), Astafjevs (78m); Friedrich (21m) e Hamann (42m) e Frings (53m)

Árbitro – Michael Riley (Inglaterra)

Estádio do Bessa Séc. XXI – Porto (17h00)





ALEMANHA – HOLANDA

15 06 2004

Grupo D – 1ª Jornada

AlemanhaHolanda1-1

Início do jogo com a Holanda a dominar a partida no primeiro quarto de hora, até que a Alemanha acertou nas marcações a Cocu e a Davids, assumindo então o controlo do encontro.

Ao intervalo a Alemanha ganhava por 1-0, apresentando um score de 7-1 em remates à baliza.

Os alemães continuaram a “mandar” no jogo até cerca dos 60 minutos, criando algumas oportunidades de perigo, altura em que a Holanda começou a reagir, com Overmars a sobressaír.

Numa equipa renovada, de realçar a qualidade técnica de alguns jogadores alemães, com destaque para o jovem Schweinsteiger (vindo do Europeu de Sub-21), um autêntico “quebra-cabeças” para a defesa holandesa, com os seus “dribles”.

Até que a Holanda arrisca tudo: substitui o lateral direito por Pierre van Hooijdonk, reassumindo a partir daí o comando da partida.

E surgiu então Ruud van Nistelrooy, num “toque de magia” à “la Zidane”, a empatar o jogo.

Num quarto de hora final bastante intenso, Kahn acabaria ainda por ter oportunidade de brilhar com a “defesa da noite”, sendo ainda chamado a intervir por mais duas vezes.

O jogo terminou a um ritmo muito elevado, com a Alemanha a ripostar ainda perigosamente nos últimos 3 minutos.

Resultado justo, numa boa partida de futebol, entre dois “eternos candidatos”, com ligeira predominância da Alemanha em termos de controlo de jogo, enquanto que a Holanda terminou o encontro com mais tempo de “posse de bola”.

Alemanha Oliver Kahn, Arne Friedrich, Christian Woerns, Jens Nowotny, Philipp Lahm, Bernd Schneider (68m – Bastian Schweinsteiger), Frank Baumann, Dietmar Hamann, Michael Ballack, Torsten Frings (79m – Fabian Ernst), Kevin Kuranyi

Holanda Edwin van der Sar, Johnny Heitinga (74m – Pierre van Hooijdonk), Wilfred Bouma, Jaap Stam, Giovanni van Bronckhorst, Edgar Davids (45m – Wesley Sneijder), Philip Cocu, Rafael van der Vaart, Boudewijn Zenden (45m – Marc Overmars), Andy van der Meyde, Ruud van Nistelrooy

1-0 – Frings – 29m
1-1 – Ruud van Nistelrooy – 80m

“Melhor em campo” – Michael Ballack

Amarelos – Kuranyi (12m); Cocu (29m) e Stam (73m)

Árbitro – Anders Frisk (Suécia)

Estádio do Dragão – Porto (19h45)





R. CHECA – LETÓNIA

15 06 2004

Grupo D – 1ª Jornada

R. ChecaLetónia2-1

Dizem as crónicas que foi uma vitória “sofrida” da R. Checa, mas absolutamente merecida pelo domínio que exerceu praticamente ao longo de toda a partida, embora com dificuldade na concretização das inúmeras jogadas de ataque que desenvolveu.

Boa resistência da Letónia, em vantagem no marcador até próximo da entrada do último quarto de hora da partida.

R. Checa Petr Cech, Zdenek Grygera (57m – Marek Heinz), Tomas Ujfalusi, Rene Bolf, Marek Jankulovski, Tomas Galasek (65m – Vladimír Smicer), Karel Poborsky, Tomas Rosicky, Pavel Nedved, Jan Koller, Milan Baros (87m – Martin Jiranek)

Letónia Aleksandrs Kolinko, Igors Stepanovs, Mihails Zemlinskis, Olegs Blagonadezdins, Aleksandrs Isakovs, Valentins Lobanovs (90m – Vits Rimkus ), Vitalijs Astafjevs, Imants Bleidelis, Andrejs Rubins, Andrejs Prohorenkovs (71m – Juris Laizans), Maris Verpakovskis (81m – Marians Pahars)

0-1 – Verpakovskis – 45m
1-1 – Baros – 73m

2-1 – Heinz – 85m

“Melhor em campo” – Milan Baros

Amarelos – N/A

Árbitro – Gilles Veissière (França)

Estádio Municipal de Aveiro (17h00)