SUÍÇA – FRANÇA

21 06 2004

Grupo B – 3ª Jornada

SuiçaFrança1-3

Tendo acompanhado ao vivo o Croácia-Inglaterra, os “ecos” do Suíça-França foram chegando “via SMS”, golo a golo.

De qualquer forma, percebe-se que a França teve muita dificuldade em levar de vencida a Suíça, tendo suspensa sobre si, durante 50 minutos, a possibilidade de uma surpreendente eliminação (caso a Suíça passasse para a frente no marcador, durante a “eternidade” em que o jogo esteve empatado – e em que, estando a Inglaterra a ganhar, era a França que estava na “calha” para jogar os 1/4 final com Portugal).

De acordo com as crónicas, apesar de ter começado melhor, com novo golo de Zidane (na sequência de um canto), a França consentiria o golo do empate apenas 6 minutos depois.

E, mais uma vez, a poderosa Campeã da Europa terá experimentado alguma intranquilidade, desconcentrando-se, à medida que os suíços começavam a “acreditar”.

Na segunda parte, a França assumiu a responsabilidade da condução do jogo, embora continuando a revelar grandes dificuldades, até que, já à entrada do último quarto de hora, surgiria finalmente Henry, a marcar, na sequência de um livre.

A França garantia o apuramento, tendo ainda Henry a oportunidade de bisar, marcando (ao 7º golo da equipa francesa na prova), o primeiro golo de “bola corrida”(!). Seguem-se os gregos…

Suiça Jörg Stiel, Stéphane Henchoz (86m – Milaim Rama), Murat Yakin, Johann Vogel, Ricardo Cabanas, Raphael Wicky, Hakan Yakin (60m – Benjamin Huggel), Daniel Gygax (86m – Ludovic Magnin), Christoph Spycher, Patrick Mueller, Johan Vonlanthen

França Fabien Barthez, Willy Sagnol (45m – William Gallas) (91m – Jean-Alain Boumsong), Lilian Thuram, Mikaël Silvestre, Bixente Lizarazu, Patrick Vieira, Claude Makelele, Robert Pires, Zinedine Zidane, Thierry Henry, David Trezeguet (74m – Louis Saha)

“Melhor em campo” – Zidane

0-1 – Zidane – 20m
1-1 – Vonlanthen – 26m
1-2 – Henry – 76m
1-3 – Henry – 84m

Amarelos – Hakan Yakin (43m), Benjamin Huggel (60m) e Raphael Wicky (66m); Thierry Henry (47m)

Árbitro – Lubos Michel (Eslováquia)

Estádio Cidade de Coimbra – Coimbra (19h45)





CROÁCIA – INGLATERRA

21 06 2004

Grupo B – 3ª Jornada

CroáciaInglaterra2-4

“Um golo que chegou cedo demais”, o da Croácia, que aos 4 minutos alcançava o seu “objectivo”; ainda a tendência do jogo não estava definida e já a Croácia ganhava, alterando as premissas do jogo; era a Inglaterra que passava a estar “eliminada” e os croatas que se “perfilavam” para jogar com Portugal.

Este foi um cenário que durou cerca de 35 minutos, em que a Inglaterra procurou, sem muita convicção, empatar o jogo; seriam aliás os croatas a criar perigo na área inglesa.

Mas, quando Scholes, depois de uma jogada confusa na área croata, deu seguimento a uma bela “assistência” de cabeça, logo aí se percebeu que dificilmente a Croácia “chegaria lá”; foi um “duro golpe” psicológico pensar que era necessário voltar “ao ponto de partida”.

Impulsionados por uma massa adepta espectacular (talvez cerca de 50 000 ingleses que, apenas quando estiveram a perder, não mantiveram os cânticos de forma continuada, mas ainda assim, procurando sempre incentivar a equipa), a partir do momento em que chegaram ao empate, os ingleses recuperaram a confiança, consolidada 5 minutos depois com o segundo golo (que, com a França a empatar, colocava a Inglaterra no primeiro lugar do grupo!).

A segunda parte trouxe-nos um jogo “estranho”, sem grandes tácticas; os croatas na procura do golo, mas de forma pouco concentrada e rigorosa (esquecendo-se de defender), acabariam por sofrer o terceiro golo.

A partir daí, a Croácia ficou “condenada” a “correr atrás do prejuízo”, quase sempre com uma grande desvantagem.

Faltavam já menos de 20 minutos e a Croácia precisava de um “milagre”, que era o de marcar 3 golos. Se o golo que passou o resultado para 2-3, ainda poderia ter feito “tremer” ligeiramente os ingleses (a Croácia podia ter empatado aos 77 minutos, o que proporcionaria um final de jogo “eléctrico”), a obtenção, logo de seguida, do 2-4, acabou com as hipóteses teóricas dos croatas.

Durante toda a segunda parte, foi um espectáculo ver a Inglaterra sempre a jogar ao ataque, sem qualquer tentação de preservar a vantagem, com a Croácia também só a “jogar à frente” e a esquecer-se de que o futebol é um jogo de equipa, em que é necessária concentração e rigor defensivos.

Isto, claro, ao mesmo tempo que os adeptos ingleses entoavam os seus cânticos – ininterruptamente, durante todo o segundo tempo; um espectáculo dentro do espectáculo – desde o “We are not going home” (esperemos que vão na Quinta-feira!…), passando pelo “God Save the Queen”, um sonoro “In-gue-land” (assim mesmo, com esta pronúncia, repetido até à exaustão), o apoio à nova “coqueluche” Rooney, culminando (logo a seguir ao 4º golo), com um alegre e definitivo “It’s done England”.

Está encontrado o adversário de Portugal! Uma equipa perigosa, que só sabe jogar para a frente; que, depois da imagem de incapacidade que me tinha deixado no jogo com a França (em que marcara um golo “acidental”), “despachou” a Suíça com 3 e a Croácia com 4 (sendo também 4 o número de golos na contagem pessoal de Rooney, um avançado possante, sempre de olhos na baliza).

Uma equipa que terá de ser “travada” logo à saída do seu meio-campo. Portugal parece-me uma equipa mais compacta que a Inglaterra, jogando melhor futebol, mas vai ter de mostrar muita concentração e apelar a todas as energias para ganhar a “batalha” do meio-campo (entre dois dos melhores alinhamentos de centro-campistas desta competição). Acredito que a nossa selecção poderá seguir em frente, apurando-se para as 1/2 finais.

Mas será também importante que os adeptos portugueses se preparem para a festa e que possam responder à altura à animação e entusiasmo dos adeptos ingleses; é que, provavelmente, na Quinta-feira, o número de apoiantes das duas equipas deverá ser equilibrado (isto depois de um “Wembley a 3/4″ contra a França, e de uma relação de forças hoje na Luz que seria qualquer coisa do género de “50 000 ingleses para cerca de 8 000 croatas“).

Croácia Tomislav Butina, Josip Simunic, Dario Simic (67m – Srna), Igor Tudor, Robert Kovac (45m – Ivica Mornar), Giovanni Rosso, Milan Rapaic (55m – Ivica Olic), .ivkovic, Niko Kovac, Dado Prso, Tomislav Sokota

Inglaterra David James, Gary Neville, John Terry, Sol Campbell, Ashley Cole, David Beckham, Frank Lampard (84m – Phil Neville), Steven Gerrard, Paul Scholes (70m – King), Wayne Rooney (72 – Darius Vassell), Michael Owen

“Melhor em campo” – Wayne Rooney

1-0 – Niko Kovac – 4m
1-1 – Scholes – 40m
1-2 – Rooney – 45m (+1)
1-3 – Rooney – 68m
2-3 – Tudor – 73m
2-4 – Lampard – 79m

Amarelos – Dario Simic (63m)

Árbitro – Pierluigi Collina (Itália)

Estádio da Luz – Lisboa (19h45)





CROÁCIA – FRANÇA

17 06 2004

Grupo B – 2ª Jornada

CroáciaFrança2-2

Tal como no primeiro jogo, frente à Inglaterra, a França entrou muito forte, impondo um ritmo acelerado, que a levaria até ao primeiro golo, mais uma vez na sequência de uma “bola parada”… mais uma vez, um livre apontado por Zidane, com o defesa croata a desviar a bola para a sua própria baliza.

E, tal como no jogo inaugural, a França decresceria de rendimento à medida que a primeira parte se aproximava do seu termo.

O início da segunda parte mostrou-nos uma Croácia completamente diferente, assumindo decididamente uma postura atacante (para os croatas, empatar ou perder era indiferente; apenas a vitória lhes interessava para chegarem em vantagem ao jogo decisivo com a Inglaterra).

E logo conseguiria empatar, beneficiando de mais um penalty sofrido pela França. Não baixando o ritmo, os croatas dariam a “volta ao resultado” 4 minutos depois.

Surgiria depois um período algo confuso, com as equipas a baixarem de rendimento e o jogo a transformar-se numa partida “estranha”… o que culminaria com mais um “golo esquisito”, na sequência de mais um erro defensivo, a restabelecer novamente o empate para a França (que ainda não conseguiu marcar um golo de “jogada corrida normal”).

Até final, ambas as equipas procuraram o golo (e a vitória), mas sem grande convicção ou serenidade, ajustando-se perfeitamente o empate como resultado do labor das duas formações.

A Croácia, bastante voluntarista na procura do golo, revela contudo alguma ingenuidade no momento da finalização (que já lhe custara o não ter alcançado a vitória frente à Suíça), tendo nomeadamente o benfiquista Sokota realizado mais um encontro bastante esforçado, embora não muito inspirado.

A França, transmitindo uma imagem de grande poderio, denotando dispor de capacidade para, a qualquer momento, poder “resolver um jogo”, não realizou ainda uma partida “conseguida”, de início a fim, tendo Henry (e o próprio Zidane) andado arredados das suas melhores exibições.

E o apuramento, que os franceses esperavam festejar já hoje, ficou adiado para a última ronda.

Croácia Tomislav Butina, Josip Simunic, Dario Simic, Igor Tudor, Robert Kovac, Giovanni Rosso, Nenad Bjelica (67m – Jerko Leko), Milan Rapaic (87m – Ivica Mornar), Niko Kovac, Dado Prso, Tomislav Sokota (73m – Ivica Olic)

França Fabien Barthez, William Gallas (81m – Willy Sagnol), Lilian Thuram, Marcel Desailly, Mikaël Silvestre, Patrick Vieira, Olivier Dacourt (78m – Benoît Pedretti), Zinedine Zidane, Sylvain Wiltord (70m – Robert Pires), David Trezeguet, Thierry Henry

“Melhor em campo” – Dado Prso

0-1 – Tudor – 23m (p. b.)
1-1 – Rapaic – 48m (P)
2-1 – Prso – 52m
2-2 – Trezeguet – 63m

Amarelos – Igor Tudor (39m), Giovanni Rosso (61m), Robert Kovac (67m) e Jerko Leko (78m); Patrick Vieira (32m) e Olivier Dacourt (59m)

Árbitro – Kim Milton Nielsen (Dinamarca)

Estádio Dr. Magalhães Pessoa – Leiria (19h45)





INGLATERRA – SUÍÇA

17 06 2004

Grupo B – 2ª Jornada

InglaterraSuiça3-0

Segundo as crónicas, um bom início de partida dos suíços, sem “complexos” face aos ingleses, construindo algumas jogadas de ataque, fazendo chegar algum perigo à área inglesa.

Sem ter ainda criado grandes situações de perigo, a Inglaterra “abriria o activo” aos 23 minutos, por Rooney – que, apenas com 18 anos, se torna o mais jovem marcador de sempre na história dos Europeus.

A Suíça encerraria a primeira parte com duas jogadas de perigo junto da baliza adversária.

Na segunda parte, a Inglaterra assumiu o controlo do jogo, pressionando o adversário, o que viria a originar a expulsão de Bernt Haas (com dois cartões amarelos em pouco mais de 10 minutos), obrigando a Suíça a jogar novamente em inferioridade numérica durante uma boa parte do jogo (última meia-hora).

A Suíça passa a recorrer aos lançamentos em profundidade, sem sucesso; e é a Inglaterra que volta a causar perigo, com Rooney perto de “bisar”… até que, pouco depois, o mesmo Rooney remata forte contra o poste, acabando a bola por tabelar no guarda-redes Stiel, anichando-se na sua própria baliza.

Derrotada, a equipa suíça “entrega-se” e, logo de seguida, sofre o terceiro golo: um “castigo pesado”.

Inglaterra David James, Gary Neville, John Terry, Sol Campbell, Ashley Cole, David Beckham, Frank Lampard, Steven Gerrard, Paul Scholes (70m – Owen Hargreaves), Wayne Rooney (83m – Kieron Dyer), Michael Owen (72m – Darius Vassell)

Suiça Jörg Stiel, Bernt Haas, Patrick Mueller, Murat Yakin, Christoph Spycher, Raphael Wicky, Fabio Celestini (53m – Ricardo Cabanas), Benjamin Huggel, Hakan Yakin (84m – Johan Vonlanthen), Stephane Chapuisat (45m – Daniel Gygax), Alexander Frei

“Melhor em campo” – Wayne Rooney

1-0 – Wayne Rooney – 23m
2-0 – Wayne Rooney – 75m
3-0 – Gerrard – 82m

Amarelos – Bernt Haas (49m); Wayne Rooney (18m)

Vermelho – Bernt Haas (60m – acumulação de amarelos)

Árbitro – Valentin Ivanov (Rússia)

Estádio Cidade de Coimbra – Coimbra (17h00)





FRANÇA – INGLATERRA

13 06 2004

Grupo B – 1ª Jornada

FrançaInglaterra2-1

E, ao 2º dia, “ela” aí está: a “magia do futebol”!…

Começando pelo fim (pelos dois golos de Zidane): a vitória da França parece-me justa.

Até aos 38 minutos, momento em que Lampard marcou o primeiro golo, para a Inglaterra, a “única equipa” em campo tinha sido a da França, segura, confiante, e, decididamente, a querer ganhar o jogo; com um período “alto”, entre os 10 e os 20 minutos, em que, por três vezes (14, 16 e 20 minutos) levou o perigo à área da Inglaterra – que até aí não conseguira ainda “entrar no jogo”, não denotando capacidade para jogar “de igual para igual” com a França.

A partir dos 20 minutos, a Inglaterra conseguiu de alguma forma “equilibrar” o jogo; até que, aos 38 minutos, num livre (do lado direito) superiormente marcado por Beckam, apareceu Lampard a antecipar-se a toda a defesa francesa e a marcar um golo, claramente “contra-a-corrente”.

Contudo, esse golo viria a “abalar” bastante a poderosa equipa francesa que nunca mais se encontrou, ao longo de quase uma hora (mostrando que mesmo o Campeão Europeu pode “acusar” significativamente um golo sofrido), tentando jogar em “rendilhados” dentro da área, com Zidane pouco feliz e Henry e Trezeguet “desastrados” na finalização.

Uma França que dava já a imagem de não ser capaz de inverter a situação (tendo inclusivamente Beckam desperdiçado, aos 70 minutos, a possibilidade de “resolver” o jogo, ao permitir a Barthez uma magnífica defesa de um penalty)… até que surgiu então a magia de Zidane: primeiro, num livre magistralmente executado, já em período de descontos; quando todos pensariam que a Inglaterra tinha deixado escapar a vitória, eis que, aos 93 minutos, surge um penalty, que possibilitou a reviravolta no marcador; foi o desespero inglês, sofrendo uma punição que não esperava, um remake (desta vez de sentido contrário) da final da Liga dos Campeões entre o Manchester United e o Bayern, de há alguns anos atrás.

Num estádio da Luz transformado num “Wembley a 3/4″ (os adeptos franceses estavam limitados a cerca de 1/4 da lotação), assisti durante cerca de uma hora, no meio de um “mar de ingleses” aos seus cânticos “de vitória”. Ingleses que ficariam completamente incrédulos com o que aconteceu no período de descontos.

Concluo como iniciei: a França é melhor equipa que a Inglaterra, mereceu a vitória, mas mostrou que também pode sofrer de “grande intranquilidade” quando (inesperadamente) se vê a perder.

E, claro, acabou por ter a “sorte dos campeões”… ou, “quem tem Zidane, tem tudo” (foi ele quem mais lutou para inverter o rumo do jogo e, talvez o único que sempre mostrou serenidade perante a situação adversa).

França Fabien Barthez, Lilian Thuram, William Gallas, Mikael Silvestre (79m – Willy Sagnol), Bixente Lizarazu, Robert Pires (76m – Sylvain Wiltord), Patrick Vieira, Claude Makelele, Zinedine Zidane, Thierry Henry, David Trezeguet

Inglaterra David James, Gary Neville, Ledley King, Sol Campbell, Ashley Cole, David Beckham, Frank Lampard, Steven Gerrard, Paul Scholes (76m – Owen Hargreaves), Wayne Rooney (76m – Emile Heskey), Michael Owen (69m – Darius Vassell)

“Melhor em campo” – Zidane

0-1 – Lampard – 38m
1-1 – Zidane – 91m
2-1 – Zidane – 93m (P)

Amarelos – Robert Pires (49m) e Mikael Silvestre (72m); Paul Scholes (53m) e Frank Lampard (70m)

Árbitro – Markus Merk (Alemanha)

Estádio da Luz – Lisboa (19h45)





SUÍÇA – CROÁCIA

13 06 2004

Grupo B – 1ª Jornada

SuiçaCroácia0-0

De acordo com as crónicas do jogo, a Croácia procurou impor o seu poderio físico, dominando em termos de tempo de posse de bola.

Num jogo bastante faltoso, o árbitro português vê-se obrigado a exibir o cartão vermelho a um jogador suíço, obrigando a equipa Suíça a jogar em inferioridade numérica desde os 50 minutos.

A Croácia procurou tirar vantagem da situação mas não mostrou “engenho e arte” para chegar ao golo, desperdiçando duas ou três jogadas de perigo; a Suíca conseguiria, ainda assim, levar também o perigo à baliza croata, mas sem consequências.

Um jogo algo desinteressante, não muito bem jogado.

Suiça Jörg Stiel, Bernt Haas, Patrick Mueller, Murat Yakin, Christoph Spycher, Raphael Wicky (83m – Stéphane Henchoz), Johann Vogel, Benjamin Huggel, Hakan Yakin (87m – Daniel Gygax), Stephane Chapuisat (54m – Fabio Celestini), Alexander Frei

Croácia Tomislav Butina, Dario Simic (61m – Darijo Srna), Robert Kovac, Josip Simunic, Boris Zivkovic, Ivica Mornar, Niko Kovac, Nenad Bjelica (73m – Giovanni Rosso), Ivica Olic (45m – Milan Rapaic), Dado Prso, Tomislav Sokota

“Melhor em campo” – Jörg Stiel

Amarelos – Johann Vogel (5m), Benjamin Huggel (41m) e Jörg Stiel (73m); Dado Prso (13m), Nenad Bjelica (30m), Milan Rapaic (48m), Josip Simunic (51m) e Ivica Mornar (53m)

Vermelho – Johann Vogel (50m – Acumulação amarelos)

Árbitro – Lucílio Baptista (Portugal)

Estádio Dr. Magalhães Pessoa – Leiria (17h00)